{jcomments on}Otto Royer - Selbach - RS (falecido)

Em 1939 surgiu, em Selbach, o Primeiro Tiro de Guerra e funcionou até 1942, com setenta componentes no primeiro ano. Este servia para treinar soldados e fornecia um certificado de Segunda Categoria aos participantes. O Tiro de Guerra foi criado para suprir necessidades que surgissem devido à II Guerra Mundial. Otto também participou destes treinamentos onde aprendeu muito, o que o auxiliou como soldado convocado.

Após o Tiro de Guerra, Otto foi convocado para servir no Oitavo Regimento de Infantaria de Cruz Alta-RS. Otto já estava nove meses em Cruz Alta quando o Ministro de Guerra "General Dutra", chamou-os. Assumindo seu compromisso de cidadão, Otto encarou com coragem e otimismo o desafio de defender a Pátria. De Cruz Alta, juntamente com os companheiros, foi de trem até o Rio de Janeiro onde, ficaram em treinamento por trinta dias. Receberam fardamentos, mantimentos e tudo o que faltava em Napolis e no dia dois de julho de 1944, em grandes navios americanos, embarcaram para a Itália. Levaram quinze dias até chegarem ao porto de Nápolis. Em Napolis havia um vulcão extinto, Agnar, queo Rei Manoel II havia transformado em Jardim Zoológico, foi nesse lugar que os pracinha armaram suas barracas e descansaram dos quize dias de viagem.

Mais tarde foram conduzidos por caminhões americanos para a antiga cidade de Tarquinia, quarenta e cinco quilometros distante de Roma. Receberam, ali, instruções por quinze dias e foram transferidos para um acampamento no porto de Vada. Na região onde atuava o 3o.batalhão do 6o. RI não havia muito combate, mas o confronto se realizava periódicamente.

"Eu e minha casa serviremos ao Senhor" assim prometeu Josué, no Antigo Testamento, e os Royer, também, estão nessa caminhada. Envolvidos, sempre, em todas as comunidades das quais participam. Essa fidelidade ao Senhor, proporcionou muitas vocações  sacerdotais e religiosas na familia, das quais enumeramos algumas:

 

1) - PADRES                                                                               ORDENADO                NASCEU                  FALECEU

Pe. Isidoro Royer                                          Diocesano                12/01/1985            *15/05/1956             +03/04/1985

Pe, João Miguel Royer    (Cônego)                                                                             *        1895              +22/05/1985

Pe. Luciano Royer                                         Diocesano   

2) - RELIGIOSOS

3) - RELIGIOSAS                         

{jcomments on}Sobre o aparecimento ou etimologia deste sobrenome, sabe-se que é de origem francesa; pronuncia-se roaiê, e que aqui no Brasil se pronuncia róier.A palavra ROYER tem significado. Segundo o Dicionário Enciclopédico Quillet, editado em Paris, Royer significa:"operário especializado na fabricação de rodas".

Já o grande Dicionário frances-portugues (Livraria Bertrand)diz que Royer é substantivo masculino e significa: "operário que faz rodas". Como verbo, em agricultura, significa: "Abrir regos ou regueiro(valetas para irrigação".

Ainda temos a definição da Enciclopédia Larousse do século XX, Paris, 1933. Royer, substantivo masculino: "operário que faz rodas". E como verbo significa: "sulcar pequenos regos de irrigação".

O nosso ramo deriva de Jean François Rougier, assim cabe a transcrição:
Royer(s), Roijer(s), Roeiers, Roeyers, Rooyers: Patroniem uit de Brabantse vorm van de Germaanse voornaam hrôth-hari.
Roger(s), Deroggé, Rodger(s), Rodgerson, Rogie(r), -iers(t), -i(e)st, -irst, Rauger, Rougier, Rogy, Derogy, Roegier(s), -i(e)s(t), Roeges, Rugers, Ruijgers, Rojer: Patroniem uit de Romaanse vorm van de Germaanse voornaam ruth-gêr.
Disponível em Familienamen < http://home.scarlet.be/~tsd22610/FpageRo.htm >

Cabe também infos complementares sobre Rougier:

Last name: Rougier
Recorded in over seventy different spellings ranging from Roger, Rodger, and Rodgier, to diminutives and patronymics such as Rogers, Ruggiero, Di Ruggero, Ruckhard and Roggeman, this ancient surname is of Old German pre 7th century origins. It derives from the personal name of the period "Hrodgari", translating as "Renowned-spear" from the elements "hrod" meaning renown and and "gari"- a spear. Unlike many popular baptismal names of the period which became later surnames, it has little or no association with Christianity nor for that matter with early royalty or nobility, King Roger's being by their absence! Nethertheless the name was very popular with the Norsemen, and it was they who "borrowed" it from the Gauls they conquered, as they swept through on their long march from Scandanavia to their final home in Normandy. From there the name was introduced into England after the famous Conquest of 1066, and as such is first recorded in the famous Domesday Book of 1086 in the Latinised "Rogerius" and "Rogerus". The forms with the intrusive "d", as Rodger, Rodgers and Rodgerson, are most popular in Scotland. Early examples of the name recordings taken from authentic rolls and register across Europe include Manch Rodigerous of Schaffhausen, Germany, in the year 1284, and William Rogger in the Subsidy Rolls of the county of Sussex, England in the year 1296. Other recordings include Contzlin Roger of Magstadt, Germany, in 1381 and Johannes Rogge of Meppen, Hannover, in 1481. In Scotland the marriage of Agnes Rodger and Cuthbert Mathesoune took place on June 20th 1605, at Edinburgh. The first recorded spelling of the family name anywhere in the world is believed to be that of Richard Roger, which was dated 1263. This was in the rolls known as the "Archaeological Records of Canterbury", Kent, during the reign of King Henry 111 of England. Throughout the centuries, surnames in every country have continued to "develop" often leading to astonishing variants of the original spelling. Read more: http://www.surnamedb.com/Surname/Rougier

{jcomments on}A índole geral dos Royer é de timidez. Um bom número é dotado do perfeccionismo, persistencia e criatividade. Uma boa porcentagem tem o dote profissional do "faz de tudo". Um grande número atinge a "quarta idade", isto é, sobrevivem a 80 anos de vida, bem vivida.

As mais profundas convicções religiosas da Igreja Católica Apostólica Romana, correm no sangue deste seus primeiros imigrantes. Praticam a religião na íntegra com muito zêlo e convicção. A educação de seus filhos é questão de honra tradicional.

Inicialmente, nas primeira décadas, no Rio Grande do Sul, a família Royer dedicou-se exclusivamente à agricultura familiar. A sobrevivência, a criação e educação de seus filhos, assim o exigiu. Atualmente temos empresários na indústria, comércio, agricultura e serviços; funcionários públicos, comerciários, professores universitários, profissionais liberais, profissionais da saúde, dirigentes de cooperativas e associações, vereadores, prefeitos, juizes de direito, dentre outros, e pessoas humildes como nós. Os Royer têm orgulho de estar ajudando a construir um Brasil melhor. Os Royer ingressaram no Brasil pelo Estado do Rio Grande do Sul, hoje os encontra do Oiapoc ao Chui, espalharam-se como inso.

Pagina 2 de 2